











Pleno domingo de carnaval e eu tô aqui, trabalhando no laptop e vendo um filme - Griffin and Phoenix - sobre um casal que se encontra, se apaixona e descobre qua ambos têm doenças terminais. Nesse momento, um deles tá morrendo... só estou hipnotizada com o filme porque acho o Dermot Mulroney a coisa mais linda (apesar de ser péssimo ator).
PS.: Eu sou a única que ainda tem árvore de natal montada na sala? estamos todos morrendo de preguiça de desmontar, acho que nunca mais armo árvore de natal na vida!
PS2.: Mudei de canal, basta de tristeza... agora tô vendo o final de um concurso de bolos confeitados de casamento na Food Network hehehehe... gente, quanta coisa breeeeeega!!!!! socorro!!!!!!!!
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Pelo menos ontem de madrugada eu assisti - pela 3a ou 4a vez - a Studio 54, com o smokey hot ex-marido da Reese Witherspoon, em seu melhor momento. ADORO esse filme e, principalmente, a trilha sonora. É imprescindível. Se ainda não viu, não perca!
Em muitas das auto-estradas holandesas um painel eletrônico mostra a pergunta: Bob jij of Bob ik?
Bob é a sigla para Bewust Onbeschonken Bestuurder, algo como motorista que opta por não beber de maneira consciente. A sigla BOB foi inventada pelo instituto de trânsito belga, em 1995 e foi introduzido na Holanda em 2001, segundo a Wikipedia.
A idéia da campanha de trânsito holandesa é fazer com que as pessoas, no caminho para a balada, decidam quem não vai beber e voltar dirigindo: você (jij) ou eu (ik)?





O Washington Post fez uma matéria, ontem, sobre o "carnaval mais democrático do Brasil", com fotos maravilhosas de Maracatu. Vejam aqui.
Pra não sofrer, nem ligo a Globonews, nem vejo jornal brasileiro, pra nem ficar sabendo do frevo que tá pegando fogo nas ladeiras de Olinda... também nem quero ver Bia nesses próximos dias, que o humor dela deve estar in-su-por-tá-vel.
Acabei desistindo de ir pro Retiro Espiritual com Ted, achei melhor ele ir sozinho (assim, pode se concentrar mais na meditação, eu atrapalho um bocadinho) e eu vou poder ficar em casa fazendo uns brincos maravilhosos com as pedras que acabei de receber e testando umas técnicas novas que aprendi... mal posso esperar, quero fazer tudo de uma vez só!.
E vou ficar feliz da vida, porque o que os olhos não vêem (as ladeiras de Olinda), o coração não sente (saudades) ;-)
Mas bem que eu quero saber de vocês, quais são os planos pra esse carnaval?

"Antigo militante do progressismo, editor do primeiro jornal voltado à defesa dos homossexuais no Brasil (Lampião da Esquina, anos 1970), Aguinaldo Silva é agora o patrono de uma verdadeira ode ao conservadorismo, entoada ao público em capítulos diários. O tratamento que vem dando a alguns conflitos seriíssimos do cotidiano carioca, foco de sua novela, está carente de equilíbrio e longe de permitir ao telespectador um julgamento isento do que lhe é oferecido.", Duas Caras para um só discurso - Observatório da Imprensa - LEIA o texto na íntegra aqui.
Faz tempo que as novelas entraram num esquema de se "inspirar" em cenas de filmes ou mesmo em histórias completas. Na minha opinião, essas "referências", são plágio descarado, falta de imaginação, já que ninguém é informado de onde elas saíram.
A última, que eu vi, foi a tal da história do professor Macieira que chamou o aluno - Rudolf Stenzel - de "zumbi" e está sendo processado por racismo. Isso, nada mais é, que uma cópia cara de pau da história central do livro The Human Stain (A Marca Humana), de Philip Roth, que eu li há uns quatro anos e virou filme com o genial Anthony Hopkins e Nicole Kidman.
No livro, o professor (exatamente como na novela) está fazendo chamada e comenta sobre dois alunos que ele nunca viu, que nunca compareceram às aulas: "Are they real or are they spooks?" ("Eles são de verdade ou são fantasmas?"). Acontece que a palavra spook também foi usada como um termo pejorativo, referindo-se a afro-descendentes, lá pelos idos dos anos 50 e o professor é afastado da universidade... claro que o livro tem muitas nuances, vai além e tem um final interessante (apesar de não ser dos melhores livros que li)... já a novelinha vagabunda trata o tema da forma mais detestável possível, avacalhando a Lei Afonso Arinos.
Além da falta de imaginação e apropriação do trabalho alheio, Aguinaldo Silva - que vive em estado de negação em seu blog, agradecendo a Deus pelo "sucesso" da sua novela horrorosa - parece fazer parte de um rancoroso e caricato grupo de extrema direita, que odeia tudo que tenha alguma referência a direitos humanos ou que possa vir a ser chamado de "políticamente correto". Se se assumir de "esquerda", então, é motivo de chacota, como os movimentos sociais, alunos e ex-militantes contra ditadura que, na novela, são mostrados como bobos da nojenta côrte aguinaldiana
Essa é, sem dúvida, a pior novela que eu já tentei assistir (e olha que o páreo é duro). Chegou a um ponto em que nem vejo mais, estava tentando assistir aqui e ali pra comentar, mas dá embrulho no estômago e vontade de vomitar cada vez que aparece mais uma dessas suas tiradas tão "originais" quanto fascistas.
Se estão acompanhando, não deixem de ver tudo com as as antenas bem sintonizadas, vendo tudo de uma forma crítica. Dali não se aproveita nada, a não ser um exercício de identificar a que ponto a direita brasileira pode chegar quando tem o poder de produzir novelas para milhões de telespectadores...
Foto: Renato Rocha Miranda/TV Globo (Divulgação).
Querid@s, obrigada pelos conselhos. Tava morrendo de preguiça de ir ao médico, mesmo minha mãe insistindo, mas todas suas histórias e avisos me animaram e lá fui eu, primeiro à neurologista, depois à emergência (forma mais rápida) de fazer uma cat-scan Tomografia computadorizada.
Esperei três horas, porque todos os casos de real urgência passaram na minha frente, mas estava muito bem acompanhada, lendo o livro de Nelson Motta sobre Tim Maia. Cheguei até a metade e tem muita coisa pra comentar, em breve. Grande Tim! Esse era um homem complicado!
Resumindo todos os termos técnicos, tá tudo bem. Preciso só fazer repouso, tomar Tylenol ou Excedrin pra dor de cabeça e só malhar daqui a umas três semanas... logo agora que eu estava me animando de novo :-(
A Austrália é um excelente lugar para morar, não há dúvidas...mas nem sempre foi assim.
Houve uma época em que as crianças negras foram tomadas de suas famílias e dadas para serem criadas por famílias Européias para deixar o país mais branco !!! Isso mesmo.
Se você em alguma conversa aqui na Austrália mencionar a expressão: White Australia pode gerar um certo desconforto entre os presentes.
White Autralia (Austrália Branca) foi uma política implantada no país mais ou menos no ano de 1900.
O que era a Política da White Australia?
A Austrália estava crescendo bastante, mesmo sendo uma colônia penal da Inglaterra. Aos poucos, os governantes Britânicos formularam a idéia de transformar a Austrália numa segunda-Inglaterra. E para isso era fundamental, segundo eles, formarem uma população branca, de biotipo Europeu, com olhos claros e falando Inglês.
Então o governo Inglês começou a enviar famílias inteiras do Reino Unido (Inglaterra, Escócia, Gales etc) para morarem aqui, com absolutamente TUDO pago pelo governo.
Não precisariam nem trabalhar se assim quisessem.
A idéia era popular o máximo possível a Austrália, chamada também de Nova Britânia, com gente Inglesa e branca.
Em contra-partida, isso criou um buraco social enorme no Reino Unido já que muitas famílias trabalhadoras vieram para a Austrália. Então quem seriam os trabalhadores para repor essas vagas na Inglaterra?
Daí começou um fluxo de imigrantes das colônias Inglesas para a Inglaterra, principalmente da Índia, Paquistão, Jamaica e West Indies. Aliás é por isso que hoje vemos jogadores da seleção de futebol Inglesa como Theo Walcott, e atletas e personalidades Inglesas Negras e Indianas e inclusive famílias Inglesas totalmente negras; eles são descendentes diretos desses migrantes.
Nesse contexto, era uma prioridade maior popular a Nova Britânia com Brancos do que escurecer a população Inglesa com negros e Indianos, contanto que eles trabalhassem em postos de sub-emprego.
Enfim, isso é outro assunto. Voltando a Austrália.
Os Ingleses que estabeleceram-se aqui viam a raça negra como inferior. Aliás, algo comum nessa época na Inglaterra. E aqui não seriam diferente. A diferença é que aqui nasceu e incorporou a Sinofobia.
Sinofobia é aversão aos Asiáticos, mais específicamente aversão contra os Chineses. Ninguém aqui gostava dos Chineses, eram literalmente vistos como sub-raça e imbecis, simplesmente por nào entenderem Inglês.
Por causa dessa aversão aos negros e chineses, e para criar o mais rápido possível uma Austrália Branca as leis foram criadas para barrar novos migrantes dessas raças.
E para os que aqui já moravam? bom, se era chinês ou negro tinha que pagar um imposto especial para usufruir do direito de conviver numa sociedade branca. E esse imposto era por cabeça. Se um casal tinha 3 filhos chineses, os filhos mesmo pequenos também pagavam esse imposto.
Não impressionem-se com isso. Isso era uma prática bastante comum vindo de uma "raça superior contra uma raça inferior". Em muitos países isso é chamado de Head tax.
O mundo de 1900 era bem diferente do que é hoje. E durante boa parte do século 20 sempre existiram nações e raças que se achavam superiores a outras pura e simplesmente por causa da cor da pele. No Canadá, Inglaterra, África do Sul, Nova Zelândia e Estados Unidos também tinham políticas semelhantes. Inclusive punindo Judeus também. Isso sem mencionar a Alemanha de Hitler.
Infelizmente e para piorar as coisas, em determinado momento do século o governo ordenou a expulsão dos imigrantes escuros e asiáticos da Austrália.
Também nessa época ocorreu algo terrível: As crianças Aborígenes foram tomadas, separadas à força de suas famílias.
Isso mesmo. O pai e a mãe foram expulsos de país, ou exilados em algum deserto e seus filhos pequenos viraram propriedade do Estado e foram dadas para famílias Brancas e Puras para serem criadas e educadas pelos padrões Europeus.
Assim como o Napalm, eis mais um terrível exemplo do que é capaz a crueldade humana. Imbutir na mente da criança que é melhor ser identificado como Branco do que ser como Negro.
Obviamente as consequências sociais disso são imensas e apareceram quando essas crianças viraram adultos. Hoje na Austrália, o índice de crimes, abuso de alcool, e violência doméstica é predominantemente baseado nessa população, que cresceu sem um suporte moral e com um enorme trauma familiar.
Famílias inteiras foram destroçadas assim. E as crianças dessa época receberam um nome: Stolen Generation. (geração roubada, de suas famílias pelo Governo)
E chega a segunda guerra mundial.
E com o fim dela, alguns países fazem um balanço do que restou. A Austrália estava reduzida a uma nação de quase ninguém. Milhares morreram na guerra e a crise negra financeira aumentou.
Nasce o slogan: "Australia: Populate or Perish" (Austrália: popular ou desaparecer)
Mas a população Australiana é originalmente formada por indíos Aborígenes. São negros, de feições quase Neandertal, e obviamente por serem indígenas não falavam Inglês nem atendiam aos princípios do "padrão" Europeu.
Começou a prática de trazer mais imigrantes Ingleses e de regularizar os 800 negros que aqui moravam.
Infelizmente por mais nojenta que seja/foi essa idéia de fazer uma Austrália Branca e Pura, ela durou até recentemente em 1975, quando o governo criou leis para coibir e punir práticas de racismo aqui. Também nessa época, os imigrantes começavam a ter o direito de tornarem-se cidadãos Australianos depois de 5 ou 3 anos morando aqui. Antes, ninguém que não fosse Puro Inglês poderia ser.
Durante as Olimpíadas de Sydney, uma atleta negra Australiana ganhou medalha de ouro nos 400m. Ao subir no pódium, ela subiu com a bandeira do país Aborígene e não com a bandeira da Austrália. Se você, assim como eu, é da época deve lembrar disso pois ela virou capa dos jornais no mundo inteiro.
Também lembro que a banda Midnight-Oil durante a cerimônia de encerramento, tocou suas músicas vestidos de preto e com a palavra Sorry, estampada nas blusas.
E porque Sorry? Isso é porque o governo Australiano apesar de reconhecer o erro, ele recusa-se a pedir desculpas pelas políticas racistas do passado. A razão disso é simples: se o governo pedir desculpas e assumir que agiu errado, uma avalanche de processos judiciais e de compensações financeiras provavelmente será lançada contra o governo pelos descendentes da Stolen Generation, e isso pode literalmente colocar a economia do país de joelhos.
Toda nação tem algo do que envergonhar-se no passado, a Stolen Generation é o pesadelo da Austrália.
O recém-eleito primeiro Ministro Kevin Rudd entretanto falou que provavelmente vai oficialmente pedir desculpas pelo Governo e pela História Australiana. E esse é o assunto do momento por aqui.
É esperar para ver se ele pedirá desculpas ou não. Caso pedir, Kevin Rudd entrará para sempre na história Australiana e Mundial.

Clique na foto acima para abrir a página com o vídeo
O tutorial de hoje é um cartão "pop-up" bem facinho, pra o pessoal que garante que não sabe costurar. Está em vídeo, bem explicadinho e não é necessário nenhum conhecimento de inglês.
Você vai precisar somente de tesoura, cola (de preferência aquelas de bastão que não sujam tudo) e 10 folhas de papel (podem ser da mesma cor ou em cores diferentes).
Corte nove folhas de papel, dobrando da forma que foi mostrada no vídeo. Abrindo a dobradura, você vai ter nove flores.
Dobre a décima folha (que vai ser a base do cartão, pode ser de uma cartolina mais grossa) ao meio e comece a colar cada flor, sempre prestando atenção nos lugares onde são colocados os pingos de cola no vídeo, isso é muito importante. Use a tecla de "pausa", se for preciso.
A última flor deve ser cortada ao meio e, também, tem de ser colada exatamente como mostra o video... voilá!
Se quiser aprender a fazer mais coisinhas com origami, veja esses vídeos aqui.
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PS.: Vou pra o ER daqui a pouquinho... juro! :-)