July 02, 2009

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Considerações Finais: Homenagem ao Povo Colombiano

Esta viagem à Colômbia me deixou muito feliz. Primeiro, por ter sido muito mais do que eu esperava; segundo, por ter ajudado (espero) a desfazer preconceitos e temores existentes em mim e nos leitores, pelo que eu vi nos comentários. Como eu mesmo escrevi na primeira parte dessa jornada, “Para muita gente, quando se fala em viajar até a Colômbia, o que vem à mente é um país violentíssimo, dividido em uma guerra civil que já se arrasta há mais de 40 anos, com atentados e tiroteios em qualquer lugar. Eu mesmo pensava assim e, até uns dez anos atrás, isso não deixava de ser verdade (…)”.

Antes de continuar, gostaria de conversar “virtualmente” com vocês, numa mesa de chope. Eu pago.

Não sou dado a excessos emotivos, nem ao que se pode chamar de “pataquadas”, especialmente quando escrevo neste blog. Respeito quem é assim, mas esse é o meu estilo. Porém, não me furto a esculhambar – o termo é esse mesmo – acontecimentos que superam em horror e desrespeito a nossa já tradicional miséria cotidiana, como aqui, aqui (prestem atenção na data) e aqui. Mais uma vez, isso sou eu. Evidentemente, não acho que alguém tenha obrigação de me acompanhar, nem quero ser líder ou guru de ninguém.

Sou agnóstico – considero que “a compreensão dos problemas metafísicos, como a existência de Deus, é inacessível ou incognoscível ao entendimento humano na medida em que ultrapassam o método empírico de comprovação científica. Assim, o conhecimento da existência de Deus é considerado impossível para agnósticos”. Isto é ficar em cima do muro entre ateus e crentes? Não, é simplesmente reconhecer que nossa mente é incapaz de provar a existência (ou não) de um Deus ou Deuses.

Se dizem que depois dos trinta, o indivíduo não tem mais o direito de ser ingênuo – aí é burro mesmo – que dirá chegando aos quarenta, como eu. Como disse Paulo Francis numa citação, “morrer é como antes de termos nascido” – P.F., 30 Anos esta Noite, Cia. das Letras, 1994.

Mas sigo o Pedro Doria, ateu, quando ele diz que “não faço a linha Richard Dawkins, que acha que a religião é um mal a ser extirpado do mundo“. Concordo. Apesar de séculos de intolerância e crueldade (como bem mostrou o Museu da Inquisição em Cartagena), que ainda persistem em setores retrógrados da Igreja Católica e das outras diversas religiões, a verdadeira fé é algo bonito de se ver.

Mas um momento em especial me emocionou nesta viagem – uma imagem, captada no lugar e tempo corretos, que fiz questão de deixar para o final.

Pois viajei para um país que foi literalmente sequestrado durante anos por psicopatas vagabundos, à “direita” e à “esquerda”, tudo em nome da “ideologia” – essa palavrinha muito bonita que serve de cobertor para as maiores atrocidades cometidas neste e no século passado. Um país que por pouco, não se tornou o Sudão da América do Sul, e que só agora começa a se recuperar. Pois encontrei pessoas alegres, uma belíssima cultura, cidades vibrantes, paisagens maravilhosas. Digo isso porque estive só nas áreas turísticas? Não. A Colômbia ainda tem suas mazelas, entre elas o maior número de refugiados internos do mundo – milhões de seres humanos postos a correr de suas casas, devido aos senhores que se acham acima do bem e do mal.

A guerrilha continua, nas selvas amazônicas, fazendo a “luta revolucionária” – sequestrar pessoas, exigir resgates e vender uns quilos do ”branco” e do “preto” por fora. Deve ser isso que Marx chamava de “acumulação primitiva do capital”. Mas tomou bastante porrada no ano passado, e que continue assim.

Porém, basta lembrar que, até há uns anos atrás, pagava-se pedágio às AUC – Autodefesas Unidas da Colômbia, paramilitares de direita, que já se entregaram, na estrada para Cartagena. Basta lembrar que, até alguns anos atrás, 40% do território colombiano não estava em poder do Estado.

Por tudo isso, eis a foto que me comoveu, tirada no Castillo de San Felipe, e que vai como uma pequena homenagem ao povo colombiano:

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Colômbia, que o sol brilhe por ti. E que sua sofrida gente encontre o caminho da paz e do desenvolvimento que tanto merece, mesmo depois de todos esses anos, assim como Florentino Ariza só encontrou seu verdadeiro amor, Fermina Daza, cinquenta e três anos depois.

Mas encontrou.

Bamberg Bock 2009

Neste momento está acontecendo o lançamento da Bamberg Bock, cerveja sazonal da cervejaria de Votorantin. Na última segunda-feira, estive na fábrica junto com o especialista em cervejas Randy Mosher, e lá pudemos provar em primeira mão a novidade.

Comparada com a versão do ano passado, achei a versão atual com maior corpo, malte bastante presente tanto em aroma quando em sabor e uma cerveja mais equilibrada. Por se tratar da versão ainda não filtrada nem pasteurizada, ela ainda apresentava turbidez. Em breve ela estará no mercado!




Eu, Randy Mosher e Alexandre Bazzo


Pit-Stop no Mark's Deli & Coffee House

Antes de irmos pra Buenos Aires, o Diego disse uma coisa que não esqueci: "Dá um jeito de passar no Mark's Deli, em Palermo. Nem sei o que tem pra comer lá, só sei que é a maior concentração de argentinas lindas da cidade". Tá.
Não sei bem o porquê (!), mas fiquei com isso na cabeça. E eis que passamos pela frente do lugar. Ah, vamos entrando então né pessoal.

Fazia um frio inacreditável. Daí até cogitamos sentar num páteozinho que tem aqueles chapelões de aquecimento. Mas não tivemos tanta coragem quanto as amigas que, de tão tranquilas, estavam inclusive fazendo as unhas.

Mas daí notei que ninguém vinha nos atender. Perguntei pra uma das meninas que trabalhava lá e ela disse que tinhamos que ordenar com base no quadro negro. Ah tá, legal. Vamos lá então.

Daí a Rê só quis um submarino mesmo. Tava muito bom e cumpriu o seu papel, que era de aquecer o corpo.

Até pensei em pedir um submarino. Mas queria aquecer mais o corpo. Daí resolvi pedir um Bailey's coffee. Curti.

E como já estávamos ali e tal, acabei pedindo também o sanduba número 8, com salmão defumado, queijo brie, rúcula e creamcheese. Normal. Não sei se pediria novamente. O pão não tava zero bala e o salmão tava muito grosso e chicletento.

Concluo o seguinte: o Mark's Deli é ideal para ver as argentinas, para passar o tempo tomando uma bebida quente e para ficar vendo o vai-vém Palermenho. Dizem também que tem um fantástico café da manhã, para aqueles que alugam apê nas redondezas da El Salvador.

Pagamos um total de 30 reais e voltamos às compras por essa região que é a que mais me encanta na cidade.

Mark's Deli & Coffee House
El Salvador, 4701 - Palermo
Buenos Aires
Fone: (54 11) 4832.6244
www.markspalermo.com

Azul: Promoção Para o Lançamento de Vôos De/Para Belo Horizonte a Partir de 39 reais

Copyright © 2009 Rodrigo Purisch. Leia o post original em http://www.aquelapassagem.com.br/azul-promocao-para-o-lancamento-de-voos-depara-belo-horizonte-a-partir-de-39-reais/. Se você está vendo esse post em outro site/blog/portal, se trata de um uso não autorizado do material do Blog Aquela Passagem!

A Azul iniciou a venda de passagens para o seu novo destino, Belo Horizonte. Os trechos começam a partir de 39 reais (Campinas/Belo Horizonte) e vão até 99 reais (Manaus, Vitória e Capitais do Nordeste).

Vôos: De 10 de agosto até 31 de outubro de 2009

Compras: Com no mínimo 30 dias de antecedência do vôo e de 01 a 10 de julho.

Regras: Necessário compra de ida e volta. Leia as demais regras no site antes de comprar!

Como sou de BH, não preciso nem dizer o quanto estou satisfeito!

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Azul: Promoção Para o Lançamento de Vôos De/Para Belo Horizonte a Partir de 39 reais

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Joinville Porter

Vencedores do II Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn, Ivan Steinbach e Diogo Zuge, ganharam como prêmio a produção de 3000 litros de sua receita vencedora, uma Porter batizada de Joinville Porter. A cerveja foi engarrafada nas mesmas garrafas de Lust 375 ml, com tampa de rolha.

Na noite de terça, em uma degustação conjunta com os blogs B.O.B. e Obiercevando, provei a cerveja pela primeira vez.

Joinville Porter
5,4% ABV

Aparência: Negra, com média formação e boa duração de espuma.
Aroma: Caramelo intenso, leves notas torradas.
Paladar: Caramelo, tostado, cremosa, doce misturado com leve torrado ao final.

July 01, 2009

4º Salão do Turismo: entre de graça e viaje à beça

Você está lendo um texto do Goitacá, o blog coletivo de viagens, turismo e lazer

Começou hoje em São Paulo a quarta edição do Salão do Turismo no Anhembi, em São Paulo. Para entrar não precisa pagar nada, basta se inscrever neste site.

O evento parece ser bem interessante, principalmente para quem quer conhecer melhor o país. Segundo o site oficial do evento, essas são as atrações:

Os estandes apresentam novos roteiros turísticos, a gastronomia e o artesanato dos estados e do Distrito Federal. Na Área de Comercialização, o visitante poderá comparar pacotes turísticos para todas as regiões do Brasil. Data, Local e Horários

Data: 1° a 5° de julho de 2009, em São Paulo - SP
Local: Parque Anhembi
Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP, Cep 02012-021

Horários
1/7 - Quarta-feira - 14h às 22h
2/7 - Quinta-feira - 14h às 22h
3/7 - Sexta-feira - 14h às 22h
4/7 - Sábado - 10h às 22h
5/7 - Domingo - 10h às 20h

Lembrando, para participar gratuitamente basta inscrever-se neste link.

OBS: este post é patrocinado


Cancelamento passagem Buenos Aires


Boa notícia para quem quer cancelar as passagens Gol para Argentina.

Meu irmão acabou de cancelar sem custo nenhum.

Para quem ainda não sabe Buenos Aires declarou emergência sanitária por conta de gripe suína.
Férias escolares serão antecipadas; secretário de Saúde da Província pede que pessoas evitem aglomerações.

A Cozinha Brasileira do Dalva e Dito

Essa semana estive em São Paulo e resolvi conhecer o tão falado Dalva e Dito, novo restaurante idealizado pelo Alex Atala e comandadado pelo Alain Poletto.
Assim como no D.O.M., a cozinha brasileira é o destaque da casa. É proposto um resgate de pratos tradicionais de família com alguns toques refinados. E o clima Brasil Colonial, fica perfeitamente traduzido pelo ambiente do terraço, com plantas e madeiras contrastando.
O ambiente do salão principal já me pareceu um pouco mais sofisticado, tão aconchegante quanto o terraço. Curti tanto a decoração que resolvi perguntar quem era o culpado por ela e cheguei no renomado arquiteto Marcelo Rosenbaum. O ponto alto é a apaixonante cozinha toda envidraçada.
Descobri ainda que no ambiente inferior, existe um bar e lounge para eventos com uma senhora adega. Deu vontade de se atirar ali na hora.
E não é que até o banheiro foi pensado nos mínimos detalhes para fechar com o conceito da casa? Sente essas folhas na pia.
Só depois de explorar todo o lugar, me aquietei pra fazer os pedidos. Nesse momento, já beliscava um pão quentinho com manteiga Aviação e bebericava uma boa espumante Reserva da Serra Brut, da Lidio Carraro.
Meus sócios e amigos Guedes e Baccaro resolvem experimentar o menu executivo. Primeiro vinha uma salada verda com folhas verdes, palmito, tomate e cebola. E logo após, várias cumbucas com acompanhamentos para as carnes como arroz, dois tipos de feijão, couve e batata.
Para acompanhar, serviam 3 tipos de carne que eram cortadas e finalizadas na mesa. Primeiro foi o frango caipira.
Olha o frango aí no prato abaixo. Logo após veio o contra-filé.
E por fim, um pernil de porco com o jus (molho natural que sai da própria carne). Sente o tamanho da criança. Não resisti e me meti no prato deles. Ainda bem, porque provei um dos melhores pernis da minha vida.
Diante de um cardápio tão cheio de elementos culturais, resolvi provar algo diferente. Fui no Porco na Lata, que consiste em vários pedaços do porco assados com alecrim. Pra acompanhar, um interessante feijão manteiguinha do Pará.
Ah, e ainda tinham umas pimentas arretadas pra dar o toque final no prato. Fui bem de leve na malagueta.
A conta saiu 80 reais por pessoa. Nessa hora, os chatos devem pensar “mas só pagam isso pra comer arroz com feijão porque os chefs são estrelas”. Desculpa, mas preciso discordar. O fato dos chefs serem conhecidos aumenta a credibilidade e confiança no lugar sim, porém o toque de sofisticação e temperos que eles dão e a aura ímpar do lugar precisam ser valorizadas e cobradas. De uma vez por todas, é preciso se entender que o preço de um prato não deve ser somente relacionado com os ingredientes ali propostos. Acho justo e recomendo.

Dalva e Dito
Rua Padre João Manuel, 1115
Jardim Paulista – São Paulo - SP
(11) 3064.6183
Aceita todos os cartões de crédito
www.dalvaedito.com.br

Cervejas Milenares - Revista Istoé Dinheiro

A revista Istoé Dinheiro desta semana traz uma reportagem, da jornalista Priscilla Portugal, falando sobre cervejas baseadas em receitas milenares. Fui um dos colaboradores da matéria, que segue em reprodução completa abaixo.



Cervejas milenares
Com a ajuda de arqueólogos, a pequena cervejaria americana Dogfish Head consegue chamar a atenção para seus produtos ao recriar o sabor de bebidas fabricadas há milhares de anos
Priscilla Portugal


1- CHAT EAU JIAHU: recriação de bebida encontrada há nove mil anos no norte da China. Sai por US$ 12 e leva ingredientes como uvas, flocos de arroz, mel e crisântemos

2- MIDAS TOUCH: uma bebida fermentada encontrada na Turquia há 2,7 mil anos deu origem a essa cerveja, hoje vendida por US$ 4

3- SAH'TEA: reprodução de uma bebida do século IX, feita com levedura alemã Weizen, especiarias e frutos finlandeses. À venda por US$ 20

4- THEOBROMA: à base de cacau, ela foi criada a partir de uma análise química de fragmentos impregnados em potes de argila com 3,2 mil anos e custa US$ 12

Um grupo de pesquisadores americanos e chineses buscava artefatos milenares no sítio arqueológico na vila de Jiahu, no norte da China, quando se deparou com uma relíquia de valor inestimável. O ano era 2005 e liderados pelo arqueólogo molecular Patrick McGovern, da Universidade da Pensilvânia, os pesquisadores encontraram potes de argila com resquícios de um líquido, que mais tarde seria identificado como uma das primeiras cervejas já produzidas pela humanidade, há nove mil anos. "O líquido estava dentro de potes fechados. Quando suas tampas foram removidas pela primeira vez, sentimos a fragrância de uma bebida fermentada", disse McGovern à época. Curioso para sentir o gosto da cerveja apreciada no período neolítico, ele não teve dúvida: procurou a cervejaria artesanal americana Dogfish Head para recriar a bebida. Depois de testes e mais testes em laboratório, eles lançaram a Chateau Jiahu. "Produzimos apenas 3,3 mil caixas da Chateau Jiahu por ano, o que reforça seu caráter especial", disse à DINHEIRO Sam Calagione, proprietário e presidente da Dogfish Head.

Mapear os sabores e resgatar as fórmulas criadas há milhares de anos tornou-se quase uma especialidade da pequena cervejaria cravada em Milton, no Estado americano de Delaware. Além da Chateau Jiahu, que leva ingredientes como uvas, flocos de arroz fermentados, mel de flores selvagens, malte de cevada e crisântemos, a Dogfish Head já reconstruiu outras três bebidas com milhares de anos. Uma delas, a Theobroma, à base Portugal de cacau, foi criada a partir de uma análise química de fragmentos impregnados em potes de argila com 3,2 mil anos, encontrados no Vale Ulua, em Honduras. Outra foi a Sah'tea - atualização de uma bebida do século IX, da Finlândia, com levedura alemã Weizen, especiarias e frutos. Por último, há também a Midas Touch Golden Elixir, também fruto de uma parceria com o arqueólogo McGovern. A Midas reproduz o sabor de uma bebida fermentada encontrada, na Turquia, em uma tumba real que data de 2,7 mil anos atrás.

Apesar de produzir bebidas que recriam sabores milenares, a Dogfish Head é bem jovem. Fundada em 1995, ela faz uso desses produtos exóticos como ferramenta de marketing. "Como seria difícil para uma empresa pequena competir com grandes do mercado como a Budweiser e a Miller, ela apostou em um tipo específico de consumidor, o do connaisseur, que tem um conhecimento mais amplo e um paladar mais requintado", diz Ivan Pinto, professor de comunicação como fator estratégico na pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). "Ela atrai a mídia pelo fato de reproduzir bebidas antigas." Ou seja, aguça a curiosidade dos consumidores. Por ser a mais antiga entre as opções da cervejaria, a Chateau Jiahu é a que mais chama a atenção. "Ela é adocicada, pois apresenta índice de dez ibu (sigla de international bitter units - medida usada para definir o amargor das cervejas), semelhante ao de uma cerveja nacional, como a Brahma, enquanto a Heineken, para se ter ideia, tem por volta de 17 ibu", explica Eduardo Passarelli, mestre cervejeiro do restaurante Melograno. "Por ser mais suave e feita com uva, a Chateau Jiahu tem gosto próximo ao de um vinho branco e harmonizaria bem com frutos do mar e pratos com molhos leves." Curioso para provar? Por enquanto, ela só é vendida nos Estados Unidos e a garrafa de 750 ml custa cerca de US$ 12.

DICA DO DIA: Coletiva

A mostra Coletiva reúne releituras do universo pop contemporâneo realizadas pelos artistas Zezão, Carla Barth, Yumi Takatsuka, Jaca e Presto.

DICA DO DIA: Primeiro festival internacional do documentário musical

Primeiro festival internacional do documentário musical, o IN-EDIT BRASIL, exibe 29 filmes internacionais e 15 nacionais em diversas salas.

DICA DO DIA: Festival de Foie Gras

A unidade do Itaim do Le Vin abre hoje (01) o Festival do Foie Gras. Por só alguns dias, a casa tem pratos que levam o ingrediente nas receitas.

DICA DO DIA: Marakuthai

O restaurante Marakuthai, há dois anos em Ilhabela (litoral norte de SP), chega à capital. A casa, instalada nos Jardins, é comandada pela chef Renata Vanzetto.

Argentina: Emergência Sanitária em Buenos Aires e Bariloche

Copyright © 2009 Rodrigo Purisch. Leia o post original em http://www.aquelapassagem.com.br/argentina-emergencia-sanitaria-em-buenos-aires-e-bariloche/. Se você está vendo esse post em outro site/blog/portal, se trata de um uso não autorizado do material do Blog Aquela Passagem!

A Prefeitura de Buenos Aires e o Governo da província da qual faz parte Bariloche decretaram emergência sanitária.

Apesar do número de infectados no Chile ser maior, o número de óbitos na Argentina é mais elevado. (Fonte: Ministério da Saúde da Argentina). Mas vale lembrar que o número de óbitos mesmo assim é baixo em relação ao de contaminados.

Repito, o melhor remédio ainda é a informação. Prudência e Caldo de Galinha nunca fizeram  mal ninguém.

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Argentina: Emergência Sanitária em Buenos Aires e Bariloche

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June 30, 2009

Só fico em hotel com wifi grátis


Pronto. A campanha foi lançada pela Flavinha Penido, a nossa queridíssima Lady Rasta. E eu, mais que rapidíssimo, já apoiei. Wifi free num hotel é aspecto fundamental, indispensável, incontestável, para qualquer flashpacker.
Assino embaixo. Várias vezes, se necessário.

Eu e o meu medo de voar



Minha mãe sempre disse que a dor do parto era uma das dores mais safadas que existiam, porque a mulher (naquela época) sofria, sofria, jurava que não teria mais filhos e, mais ou menos um ou dois anos depois, estava lá de novo, numa sala de parto, tendo outro bebê. Sempre me lembro disso quando voo. Sim, eu viajo muito, por prazer e às vezes por trabalho, mas continuo tendo muito, muito medo de voar. E a verdade é que meu medo de voar parece crescer quanto mais eu voo.


Nestes mais de dez anos em que viajo em aviões frequentemente, já ouvi de inúmeras pessoas o velho clichê de que é muito mais fácil morrermos num acidente de carro ou dentro da própria casa que numa acidente de avião. Ok, eu sei que esse clichê é racionalmente baseado em estatísticas. Mas, convenhamos: desde quando podemos avaliar um medo racionalmente?
Curiosamente, fico mais confortável em viagens longas do que curtas; afinal, em viagens curtas acabamos voando em aeronaves menores e a altitude diferente. Mas, daí, acontece um acidente gravíssimo e, aparentemente, inexplicável, como o que acompanhamos no comecinho de junho e eu já começo a pensar: aff, nem os voos longos são seguros.

A boa notícia é que, embora meu medo cresça, tenho sido capaz de mantê-lo sob controle durante todo esse tempo; afinal, quando o avião está decolando eu juro que nunca mais entrarei numa máquina daquelas na minha vida e, pouco tempo depois, já estou eu na internet fuçando ofertas para viajar (e, sim, voar!) outra vez.
Na minha opinão, não existe uma fórmula para acabar com um medo como esse; sabe a velha máxima cada cabeça, uma sentença? Pois para cada pessoa, enfrentar o medo tem uma conotação diferente: alguns bebem, outros tomam medicamentos fortes, outros fazem as duas coisas ao mesmo tempo... Hoje, costumo fazer o seguinte, com bons resultados:
1) Mantenho minha cabeça ocupada: durante todo o vôo, eu leio muito, vejo filmes, e até bato papo com o vizinho, se o papo for bom e meu humor estiver ok. Quando me estresso muito, em voos muito longos, caminho até o final da aeronave, onde sempre existem rodinhas de bom-papo de insones.
2) Na hora de turbulências mais sérias, procuro pensar nas leis da física e em tudo o que já li sobre como um avião se mantém lá no alto. Ok, eu sei que é difícil se concentrar nisso com o coração saindo pela boca; mas ajuda, eu juro. Procuro imaginar que, se estivesse num carro numa estrada mais esburacada, a movimentação também seria muito grande.
3) Procuro o conforto. Eu não viajo em classe executiva ou primeira, mas tento extrair o máximo de conforto para o meu voo escolhendo meu assento com antecedência, vestindo roupas e sapatos EXTREMAMENTE confortáveis, colocando músicas empolgantes e reconfortantes no meu mp4... Também valem um travesseirinho e um bom cobertor.
Eu, confesso, já tentei de quase tudo (ainda por cima eu simplesmente não consigo dormir em aviões!). E achei melhor enfrentar o medo, e ponto final. Enfrentar o medo, conscientemente, para continuar voando. E feliz da vida ao chegar sã e salva ao meu destino da vez.

palais des papes


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{O Palais des Papes, em Avignon. Foto de Igor Badalasi}

Falei por cima do mercado Les Halles de Avignon num post passado, mas nem contei dessa baita cidade bem no centro da Provence, às margens do rio Rhône (Ródano, em português). Como respondi à Anna Francisca, leitora aqui do blog, Avignon é uma ótima base pra visitar a Provence porque fica mais ou menos perto de tudo, do Luberon, de St-Remy, de Arles. E mesmo de Aix-en-Provence – segundo meu Guia Verde Michelin Provence aqui, são só 82 km.

Mas a cidade é destino também. Especialmente por conta do seu conjunto arquitetônico medieval. E bota conjunto aí. Não é só um punhado de igrejas e castelos. Mas um complexo que une uma muralha robusta circundando todo o centro histórico, uma ponte graciosa, mais uma catedral, um castelo-museu e um palácio descomunal, o Palais des Papes, o maior de estilo gótico de toda a Europa. Tudo integrado, não há começo nem fim. É um labirinto saborosíssimo. E com uma história muito boa de contar.

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Era o início do século 14 e a situação dos papas da Igreja Católica perante as famílias da nobreza romana andava preta. Em Roma, eles estavam, como se diz, abaixo do cocô do cavalo do bandido, numa corda-bamba política marcada por desavenças seculares. Nesse ínterim, dizem que o Rei Filipe IV da França conseguiu eleger um papa francês – Clemente V, em 1305 – e tentou convencê-lo a levar a sede da Santa Sé para Avignon. Lá seriam menos importunados e teriam tudo o que mereciam (esse argumento aqui é licença poética minha, tá?).

E não é que rolou isso mesmo? Os papas de Avignon foram sete, em quase setenta anos (1309-1377), todos franceses. Bento XII construiu o Palais em menos de 20 anos, e Clemente VI continuou, transformando a cidade num canteiro de obras. A população passou de 5 para 40 mil habitantes e a economia se desenvolveu horrores. Dizem até que havia grande liberdade na época - os papas se preocupavam mais em aumentar seus aposentos e enriquecê-los com os afrescos do italiano Matteo Giovannetti do que em meter o bedelho na vida privada dos fiéis. O poeta Petrarca, por exemplo, se exilou ali. E havia espaço até para a convivência harmoniosa de uma comunidade judaica.

Pois bem. Antes de ir ao Palais des Papes, leia esse parágrafo de novo. É bom estar com toda essa história fresquinha na memória, porque ao visitar o palácio hoje não se vê muita mobília, adorno ou ambientação nos mais de 20 salões abertos. É preciso imaginar. Conta-se que as salas foram saqueadas de suas obras de arte e tesouros durante séculos. O que ainda se vê são as paredes ricamente pintadas no quarto do papa, a cozinha com uma chaminé comprida, o terraço lá em cima com vista para o Rhône. Há algumas exposições e concertos rolando no verão (consulte o site).

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Pra fechar essa volta ao passado, recomendo atravessar a ponte que sai de perto da entrada do Palais (foto no meio) e ir aguardar o pôr-do-sol no meio do Rhône. Ali você vai tirar a grande foto do skyline medieval que ainda sobrevive.

O melhor japonês de Amsterdã

Um amigo me perguntou e claro, virou post.

Se estiver visitando Amsterdã e bater aquela vontade de comer num restaurante japonês, você tem que conhecer o Yamazato.

O Yamazato é o restaurante do Hotel Okura. Fica na Ferdinand Bolstraat, 333 procure no mapa pelo bairro DePijp. Reserve pelo telefone (020)678 83 51

Um atendimento rápido feito por moças de kimono lembra o atendimento dos bons restaurantes do Brasil. Nem parece Holanda.

Os pratos deliciosos, montados com muito cuidado e a apresentação de cada um deles é impecável. Confira nas imagens do site do restaurante que postei acima.

Claro que saborear essa delícia tem um preço e é caro.
Prepare-se para gastar uns E$60 por pessoa. Mas vale cada centavo.
Vá lá e depois me conte por aqui se gostou ou não.

Smiles: Cartão de Crédito Emitido Pelo Bradesco e Banco do Brasil

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A Gol firmou um acordo com o Banco do Brasil e Bradesco no qual esses bancos poderão emitir  cartões de crédito com a marca Smiles.

Para se ter uma idéia de como um programa de milhagem pode render para uma cia aérea, no acordo firmado, a Gol vai receber incialmente 252 milhões de reais referentes a venda de créditos Smiles a esses bancos, terá participação no faturamento dos cartões e direito ao uso do cadastro desses bancos.

Os benefícios ainda não foram divulgados, mas faremos um post sobre os mesmos assim que estiverem publicados.

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Smiles: Cartão de Crédito Emitido Pelo Bradesco e Banco do Brasil

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AMERICAN EXPRESS THE PLATINUM CARD

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American Express The Platinum Card

Atenção:  Post Em Revisão

Em virtude da participação de nossos leitores - Adriano, Paulo, Fábio, dentre outros - o texto sobre o The Platinum Card está sendo revisado, de modo que as informações aqui prestadas serão submetidas a alterações para melhor adequação à realidade. Enquanto a revisão não estiver finalizada, sugerimos que o visitante leia os comentários que seguem logo abaixo do texto. Certos de sua compreensão, agradecemos. Hotmar

Última atualização: 30.6.2009

Site: The Platinum Card

Atenção: Este não é um texto sobre o BB Ourocard Amex

Diante da recente novidade promovida pelo BB, que consiste no oferecimento de um novo produto no mercado, o cartão de crédito Ourocard Platinum American Express, vale registrar que o texto que vocês lerão a seguir não trata desse AMEX do Banco do Brasil, mas sim ao cartão AMEX denominado de The Platinum Card, que é apenas um dentre os cartões de compra que a American Express oferece - os outros são as versões Green e Gold. Também não confundi-los com os cartões de crédito que a AMEX oferece - a diferença entre ambos é que os cartões de crédito apresentam crédito rotativo, ao passo que os cartões de compra não têm limite preestabelecido. Futuramente, iremos abordar, em um texto separado, o Ourocard Estilo Platinum American Express, do Banco do Brasil, se os leitores assim o desejarem.

1 Visão Geral: Renda Mínima e Anuidade

O American Express The Platinum Card é um cartão cuja associação é feita somente mediante convite da própria AMEX, ou seja,  normalmente clientes antigos: (a) dos cartões de outras categorias dessa bandeira - Green e Gold -, com bom volume de gastos; e (b) tanto aqui como em outros países em que o titular já tenha sido associado, conforme alertaram os leitores Fábio, Paulo e Adriano (obrigado!).  Dessa forma, não há o requisito da “renda mínima”, usualmente exigido em outros cartões da série Platinum existentes no mercado.

A anuidade é uma das mais caras do mercado: R$ 810, pago em 3 parcelas de R$ 270 cada. Nesse ponto, aliás, ele difere do cartão  American Express The Platinum Credit, já que este último sim, é isento de anuidade, o mesmo ocorrendo para os cartões adicionais. Porém, para manter a isenção de anuidade, é necessário uma compra no cartão, de qualquer valor, a cada três meses, sob pena de cobrança de uma taxa de inatividade de R$ 30,00 a qual é debitada no extrato de conta subseqüente ao término do período de 3 meses. Quanto ao cartão The Platinum Card, pelos comentários dos leitores, não há um programa de desconto progressivo da anuidade, como existe em alguns cartões similares, o que não deixa de ser lamentável, já que a anuidade é, como dissemos, uma das mais caras existentes.

Recentemente, a administração dos cartões da marca American Express passou a ser feita, no Brasil, pelo banco Bradesco. Muitos leitores do blog Aquela Passagem reclamaram que, sob essa nova direção, os serviços do cartão pioraram, incluindo o atendimento.

2 Programa de Recompensas - Membership Rewards Turbo

O programa de recompensas dos cartões American Express se chama Membership Rewards. O Rodrigo escreveu, em julho do ano passado, um pequeno post sobre ele que gerou tantos comentários que acabou servindo de fonte de inspiração para que fosse criada, aqui no blog, essa série de artigos sobre cartões de crédito.

Cada dólar gasto no cartão de crédito gera um ponto no Membership Rewards. Entretanto, existe um programa melhorado, que se chama Membership Rewards Turbo, em que o cliente acumula 1,5 ponto a cada dólar, ou o equivalente em reais, gasto. A inscrição nesse programa Turbo é grátis, bem como é grátis a sua manutenção, pelo menos para os cartões The Platinum Card - titulares de outras versões do cartão AMEX pagam R$ 60 pela anuidade no programa Membership Rewards, e R$ 30 pela anuidade no Membership Rewards Turbo (além da anuidade do cartão…), sendo que a pontuação gerada pela participação no Turbo, para esses outros cartões, não é 1,5 ponto/dólar, mas sim 1,33 ponto, conforme as regras descritas no site da AMEX.

Os pontos acumulados podem ser trocados por diversos prêmios, dentre eles milhas aéreas em vários programas de fidelidade: o Smiles da Gol, o Fidelidade TAM e mais 6 empresas estrangeiras: Iberia, Delta, Continental, British Airways, Air France/KLM e Alitália. Em relação ao Smiles e ao Fidelidade TAM, há paridade total: 1 ponto Membership Rewards equivale a 1 milha Smiles. A paridade é total apenas para os cartões The Platinum Card, já que os de outras categorias (Green e Gold), a conversão obedece a um “deságio”, na proporção de 800 pontos no Fidelidade TAM para cada 1.000 pontos no Membership Rewards.

Os pontos são vitalícios, ou seja, nunca prescrevem, sendo essa uma das grandes vantagens do Membership Rewards.  A fatura parcial pode ser consultada via Internet, tal qual em outros cartões, facilitando o controle de gastos.

Uma das facilidades do programa é a possibilidade de adiantamento de pontos, e equivalente a até 30% do total que o cliente tem em conta, sendo que o empréstimo de pontos está disponível somente em valores múltiplos de 1.000 pontos. A taxa pelo adiantamento de pontos é de R$ 28,00 a cada 1.000 pontos.

Segundo nos informou o leitor Adriano, é cobrada uma taxa administrativa de R$ 18 pela transferência de pontos do Membership Rewards para os programas de fidelidade aéreos.

3 Compras no Exterior e Fator de Conversão: Cotação Próxima à Dólar Turismo (Mais Alta)

O Rodrigo publicou um ótimo artigo conclamando os leitores a verificarem qual é a cotação do dólar utilizada pelo seu cartão de crédito.

Pois bem, aqui vai um alerta em relação ao AMEX para quem pretende usar o cartão para efetuar compras no exterior ou em sites estrangeiros e também para acumular pontos no programa de recompensas (para posterior troca por outros prêmios, incluindo milhas aéreas): para a conversão da fatura em reais, bem como para o cálculo dos pontos no programa de recompensas, o American Express utiliza uma cotação próxima ao do câmbio turismo, que é (consideravelmente) mais cara que a cotação do dólar comercial, usado pelas outras bandeiras (Visa e Mastercard).

4 Salas Vips em Aeroportos

Os titulares do cartão The Platinum Card têm acesso gratuito às Salas VIP Centurion Club - localizadas em seis aeroportos brasileiros, dentre os quais os de Guarulhos/SP, Galeão/RJ e Guararapes/PE, e também nos aeroportos da Cidade do México e de Buenos Aires - bem como às Salas VIP parceiras. Por exemplo, nos EUA, apresentando a passagem da Continental Airlines e o American Express Gold Card, é possível usar as salas President ClubSM da Continental Airlines, nos aeroportos de algumas cidades dos EUA e de outros países, conforme consta neste link.

5 Conclusão

O cartão The Platinum Card da AMEX só oferece uma taxa de conversão atraente se o cliente se inscrever no programa Membership Rewards Turbo, que dá direito a 1,5 ponto a cada dólar gasto. Os benefícios dos pontos que nunca expiram são vantajosos, mas se deve ter em mente que para a conversão dos gastos em pontos no programa de recompensas é utilizada uma cotação próxima à do dólar turismo (mais cara). Além disso, apesar de não exigir renda mínima, o cartão só pode ser obtido mediante convite, e mais, a AMEX convida somente pessoas que já  são clientes antigos dos cartões de outras categorias da mraca, com elevado volume de gastos, o que ocasiona uma dificuldade adicional de acesso em obtê-lo.

Você tem um Amex The Platinum Card? Comente!

Perguntas para quem tem um AMEX The Platinum Card: como conseguiu obtê-lo? Conseguiu transferir com facilidade os pontos do Membership Rewards para o programa de fidelidade aéreo? Pagou alguma tarifa pela transferência? Já usou a sala VIP? Que experiências (positivas e/ou negativas) teve com ele?

É isto aí!

Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!

Este post foi originalmente publicado no blog Aquela Passagem. Todos os direitos reservados.

AMERICAN EXPRESS THE PLATINUM CARD

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Conheça o Blog das 30 pessoas


Fui convidado a ser a pessoa do dia 27 do blog das 30 pessoas.

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O Almoço Executivo do Quixote

Um dos lugares que mais frequento quando estou em Porto Alegre é, seguramente, o Quixote Resto Bar. Já falamos dele aqui, mas como faz muito tempo, e agora eles estão com um almoço executivo caprichado, eu resolvi renovar o post. Para quem convive conosco sabe que quase todos os dias visitamos o Quixote e muitos já até consideram nosso escritório e segunda casa. O lugar fica em um casarão antigo repleto por heras de frente para Praça Mauricio Cardoso. Sente só o click que o Diogo fez da entrada do restaurante.
A decoração e o clima são uma atração totalmente a parte. O atendimento é outro ponto fortíssimo e a trilha sonora é inspiradora, não tem como não curtir. Toda vez que vou lá eu babo nesse quadro gigante representando o personagem famoso que dá nome ao lugar.
O andar superior traz uma proposta que eu acho muito divertida: é nesse mesão coletivo, com as cadeiras altas e super confortáveis.

Não falei que a decoração e o clima eram uma atração? Então aqui vai a prova: essas mesinhas espalhadas no salão contrastam com umas poltronas de couro muitíssimo bem posicionadas.

Todos os dias, na hora do almoço, eles preparam um menu executivo com preço fechado e algumas opções. Sempre tem uma saladinha e nos dias frios as vezes rola uma sopinha de entrada. Nesse dia eu comi uma salada de mix de folhas verdes, ervilha torta com molho maionese e manjericão servido a parte.

O prato principal tinha a opção de escolher entre um entrecot, ou frango acompanhado de talharim ao molho pesto. Eu escolhi o franguito e acho que mandei muito bem, porque tava ótimo e o talharim então, nem se fala.

O menu executivo não dá direito a sobremesa, mas como o preçinho é camarada, eu me dei de presente uma cheese cake com calda quente de morango. Consegui comer metade porque o Diogo estava babando ao meu lado e fiquei sem jeito de terminar, por isso, ofereci metade para ele, que por sua vez demorou exatos 25 segundos para limpar o prato.

Claro que meu grande amigo e companheiro de todos os dias não poderia faltar, senhoras e senhores, o Café Espresso!

Esse almoço delicioso e bem servido com sobremesa e café custou 33,00 reais. Mas se eu não tivesse pedido sobremesa teria gastado apenas 16,00 reais. Por óbvio que passei o resto do dia ali trabalhando no nosso secret spot favorito.

Bem, nem tão secret assim...


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